Atitude rock!

Para os fãs que aguardavam ansiosos desde 2009, ano do último trabalho Chiaroscuro, a cantora baiana Pitty lançou o DVD e o CD A Trupe Delirante no Circo Voador. O trabalho é o registro do show feito no Rio de Janeiro e mostra a faceta mais roqueira da cantora e de sua banda. O conceito era fazer um show que valesse pela música sem grandes artifícios. A música em estado bruto. Para lançar o aguardado trabalho, a sacada foi se inserir nas redes sociais. Em um mesmo dia (10 de maio), a cantora concedeu uma entrevista de 29 minutos para o projeto Orkut Ao Vivo e transmitiu o show de duas horas pelo YouTube.

No repertório músicas mais agitadas, muitas de Chiaroscuro, algumas lado B do primeiro disco, uma versão de Se Você Pensa (Roberto Carlos) e a inédita Comum de Dois. O sucesso foi tanto que a cantora está na edição de junho da revista americana Billiboad, figurando na lista dos melhores da parada Uncharted, dedicada aos estrangeiros que não vendem nos EUA. A cantora bateu um papo com o Buchicho Teen e falou sobre o sucesso e a repercussão do novo trabalho. Confira!
O POVO – O DVD A Trupe Delirante no Circo Voador foi lançado no YouTube e no Orkut. Lançar na Internet repercutiu positivamente e como tem sido o retorno do público?

Pitty – Repercutiu muito positivamente. Como foi a primeira vez que um lançamento desse tipo foi feito por aqui (no Brasil), chamou bastante atenção e teve esse caráter de pioneirismo. Acaba abrindo novas possibilidades para as bandas em geral. O retorno do público tem sido ótimo, as pessoas comentam comigo que assistiram e depois compraram o DVD e adoraram.

OP – Quais as principais diferenças em relação ao seu último trabalho, o Chiaroscuro?

Pitty – Bom, o Chiaroscuro é um disco de carreira, o Trupe Delirante é um show ao vivo. São duas coisas bem diferentes, agora é a banda no palco executando as músicas, não só desse disco como também “lado B” do primeiro, música inédita, versões, participações especiais…
OP – Mesmo trazendo um som dito mais pesado, A Trupe Delirante acaba atraindo fãs também mais jovens? Como é a sua relação com esse público?

Pitty – Tem gente de todo tipo e de diferentes faixas etárias que hoje curtem o som da banda. Minha relação, seja com os mais jovens ou com os mais velhos, é a mesma. De cumplicidade e transparência.

OP – Como fica isso de ser Banda Pitty e você ser a Pitty? Como se dá a relação dentro da banda e existe essa separação para os fãs?

Pitty – Pra mim não existe separação alguma. Um nome é só um nome, e por acaso é também meu apelido. Tenho voto de minerva dentro do grupo, mas funcionamos para a maioria dos aspectos como qualquer outra banda.
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