Pitty lança novo DVD com show ao vivo pelo Acesso MTV

Nesta semana, a Pitty fez uma ação inédita no Orkut e Youtube para o lançamento de seu novo DVD – ‘A Trupe Delirante no Circo Voador’. Além disso, ela apresentou o trabalho pela primeira vez para o Acesso MTV, nesta sexta (13), direto da Praça Victor Civita.

Olha só o que a cantora, Martin e Eduardo contaram sobre tudo isso!

Pitty

A música inédita do DVD, ‘Comum de Dois’, foi distrubuída de graça em troca de um tweet. Como foi a repercussão?
Essa ferramenta do ‘Pay with your tweet’, que a gente usou para lançar o single na internet, foi muito legal. Teve uma mega repercussão, tiveram muitos downloads. A troca para baixar a faixa era twittar. No primeiro dia, eu fiquei louca com as minhas mentions, porque aparecia todo mundo que baixava. E até hoje está rolando, pode entrar lá no site.

Ainda sobre o trabalho, como rolou a escolha do repertório?
Acho que você não precisa revisitar toda a sua carreira a cada DVD. Para este, como já havíamos feito o ‘Desconcerto’ com músicas antigas e sucessos, privilegiamos o ‘Chiaroscuro’ e acrescentamos alguns lados B. A ideia era ter um repertório mais agitado, para fazer um show de rock mais pauleira.

Como foi essa escolha de gravar no Circo Voador? (Pergunta enviada por @flafgc)
Foi ótimo gravar no Circo. O Circo Voador já fazia parte da nossa vida, sempre fizemos shows lá e tem uma vibe muito intensa. Todos nossos shows lá foram muito quentes e por isso escolhemos lá, queríamos um show quente e imaginávamos que debaixo daquela lona isso aconteceria.

O que você acha do rock brasileiro em comparação ao gringo? (Pergunta enviada por @laryyss_)
Dentro do parâmetro de público que eu tenho, lá fora as bandas conseguem ter uma outra divulgação, para atingir o grande público mesmo, talvez porque eles não tenham tantos ritmos populares fortes como é aqui no Brasil. Mas tem muita banda de rock brasileiro legal gravando e produzindo, muita gente se organizando no independente para fazer movimentos de parceria, e acho que isso vai ajudar a atingir esse grande público. Espero que se fortaleça cada vez mais.

Como foi realizar uma parceria gringa? (Pergunta enviada por @Wesleyvanlee)
Quando chegou o convite [do Jared Leto] para mim, o 30 Seconds to Mars queria uma cantora de rock que traduzisse uma parte da canção. Foi uma experiência bem legal, diferente para mim.

Tem alguma parceria que você ainda não fez, mas gostaria bastante?
Fora os nossos sonhos de tocar com as bandas que a gente gosta, tipo o Queens of the Stone Age, tem as coisas que sempre rolam aqui no Brasil, mas é difícil predestinar. Uma coisa recente é que fui convidada para tocar com o Paralamas do Sucesso no DVD deles e foi bem legal.

Como é tocar no Rock in Rio deste ano, que volta ao Brasil? (Pergunta enviada por @igorbernardino)
O Rock in Rio voltou para o Brasil e ficou todo mundo louco. Depois de anos, os caras conseguiram trazer o festival aqui. Aliás, está muito boa a agenda de shows gringos no Brasil, ultimamente. Fiquei superfeliz com o convite! A gente já tinha tocado na edição de Lisboa, mas acho que sendo no nosso país deve dar uma onda diferente na hora que subir ali no palco. No nosso dia, por enquanto, tem Guns`n Roses e System of a Down. A gente tocou com o Guns em Lisboa. Agora, tem o System que eu achava que nunca ia ver ao vivo porque a banda tinha acabado, mas os caras vão fazer o show e eu estou achando incrível.

Martin e Eduardo

Vocês lançaram o primeiro disco do projeto paralelo já há algum tempo. Pensam no segundo álbum?
Martin – A gente começou a fazer show e tinha só o repertório do disco, eram oito músicas – o disco tem nove, mas nós resolvemos não tocar uma, e precisávamos fazer um repertório para os shows. Isso agilizou o processo da gente aprontar as músicas restantes, que eu só tinha esboço. Então demos um gás e estamos esperando uma confluência de brecha de agendas para realizar, mas acho que não demora muito.

E o público? Tem a ver com o da banda Pitty?
Eduardo – É diferente, porque tem muita gente mais velha, o pessoal que a gente conhece, a galera das antigas.

Como rolou este convite para participar do Eva Convida?
Martin – A gente recebeu o convite do Saulo [vocalista da banda Eva], porque foi uma escolha própria dele e não arranjada pelos produtores do evento. Ele escutou o disco, se amarrou, entrou em contato e a gente vai amarradão. A gente está muito feliz, é legal saber que a gente chegou a tantos lugares assim. O mais emblemático para mim da história toda é saber que cara escutou e que a gente conseguiu chegar lá longe por algum caminho.

O que vocês conheciam de banda Eva antes disso?
Martin – O que a gente conhece da banda Eva é de uma formação completamente diferente desta que vai se apresentar. Inclusive, o fato de terem convidado a gente e outros artistas reflete uma guinada no estilo da banda. Então, acho que o encontro não é um choque tão grande de estilo.

Vocês estão estreando uma nova forma de lançar um trabalho pela internet. Além disso, como é a relação de vocês com as ferramentas que ela oferece e com os fãs?
Eduardo – (risos) Eu não tenho relacionamento com a internet…

Martin – Eu faço, porque acho super importante. Mas faço porque me amarro. Mas deixando de lado o fato de eu gostar de fazer isso, eu acho muito útil porque você tem um poder de comunicação muito grande, você vai direto na casa das pessoas.

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